quarta-feira, 10 de novembro de 2010

QUINLAN VOS EM THE CLONE WARS!!!

Pois é, parece brincadeira mas é verdade. Depois da minha amada, idolatrada, salve, salve Mestre Shaak Ti, agora é a vez do meu segundo preferido, o Mestre Jedi Quinlan Vos. Ele fará sua primeira aparição no episódio 9 da 3ª Temporada de The Clone Wars, no dia 12 de Novembro. Mal posso esperar!!!

Para aqueles que nunca ouviram falar de Mestre Vos, aqui vai um resuminho de sua historia:

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

SHAAK TI EM THE CLONE WARS!!!

Já disse aqui no blog que eu sou fanático pela Shaak Ti, personagem da saga Star Wars. Já fiz, inclusive, um post inteirinho dedicado a ela, que é minha jedi favorita.

Bom,  quero agora compartilhar com vocês a minha alegria por ter encontrado a primeira imagem da Mestre Ti na série The Clone Wars, cuja 2ª Temporada terminou há pouco no Cartoon Network. A 3ª Temporada começa entre setembro e outubro e, finalmente, contará com a presença desta maravilhosa personagem!!!

Ufa! Pensei que ela não fosse aparecer nunca! Agora é esperar pra ver como será a participação dela. Se for igual a sua participação em Star Wars: Guerras Clônicas, do Tartakovsky, então vai ser animal!!!!

Por enquanto, vamos ficar com a imagem (belíssima!!!) da grande Mestre Shaak Ti:

Ela não é linda?!?

quarta-feira, 28 de julho de 2010

X-MEN: MEU ELENCO IDEAL

Sou fanático pelos X-Mens. São meus heróis preferidos. Tanto que já postei sobre eles aqui e sobre o meu descontentamento com relação aos filmes dirigidos por Bryan Singer. O X 3 eu até gostei, mas acho que poderia ter sido melhor.

Como todo fã que se preze, vivo encontrando defeitos nos filmes. E um dos maiores defeitos que encontro na Trilogia é o elenco. Tudo bem que Halle Barry e Hugh Jackman possuem talento de sobra, mas nem ela e nem ele combinam com os personagens pros quais foram contratados. Ela é muito baixinha e ele muito alto. Bom, não vou ficar aqui enumerando os defeitos dos atores da Trilogia, apenas vou, como x-fanático que sou, mostrar quem eu acho que deveria interpretar os x-mens e a irmandade de mutantes. Mas não, não uso como base o filme de 2000 e sim o filme que eu acho que deveria ter sido. Por isso, a formação, tanto da turma dos heróis, quanto da turma dos vilões é diferente. Vamos lá:

1 - PROFESSOR CHARLES XAVIER / KEVIN SPACEY

O Kevin Spacey ficou ótimo careca como Lex Luthor em "Superman - O Retorno". Além disso, é um ótimo ator, já tendo ganhado um Oscar de melhor ator por "Beleza Americana" e um de melhor ator coadjuvante por "Os Suspeitos". Com seu rosto sereno e compenetrado, porém misterioso, seria um ótimo Professor X, que no meu filme não seria tão certinho quanto na Trilogia, e guardaria segredos sombrios...

2 - CICLOPE / PAUL TELFER

Depois do sonso do James Marsden, só mesmo um ator com cara de badboy pra fazer o líder dos X-Men voltar a ter alguma moral. Nos quadrinhos, Ciclope sempre foi O Cara, liderando a equipe com mão-de-ferro. Paul tem o tipo perfeito para encarnar um Ciclope mais autoritário e, ao mesmo tempo, em dúvida sobre quem realmente está do lado certo na batalha: Xavier ou Magneto. 

3 - JEAN GREY / BRYCE DALLAS HOWARD

 
Linda, meiga e, principalmente, ruiva de verdade. Até sardas e olhos verdes ela tem!!! Não há ninguém melhor que Bryce Dallas Howard para interpretar Jean e conferir à personagem um ar de inocência e medo diante de seus gigantescos poderes. A aluna preferida do Xavier é alguém que não sabe de seu próprio potencial e, por isso, vive insegura. Além disso, a inocência de Jean vai contrastar muito bem com a malícia e perversidade de seu lado mau: a Fênix.

4 - FERA / MARK RUFFALO

O Fera é um fofo e o Mark Rúffalo também!!! Além disso, pintado de azul e com um óculos meia-lua, Mark vai personificar bem o jeito meio irreverente e ao mesmo tempo nerd do Fera, que, afinal, é um cientista meio excêntrico que adora ficar trancado em seu laboratório fazendo experiências e criando coisas. Imagina o Mark dizendo a célebre frase do Fera: "Minha Santa Aquerupita!!!"

5 - HOMEM DE GELO / SHIA LEBEOUF

Magrinho e com cara de moleque safado, Shia ficaria perfeito no papel do Homem de Gelo, o piadista da turma. Além disso, Shia sabe fazer certinho cara de surpresa e pânico (vide Transformers) e isso é bom, já que Bobby é só um garoto quando entra para os X-Mens e logo se vê no meio de uma guerra.

6 - ANJO / JASON LEWIS




Para viver o belo e rico Anjo, nada melhor que um ator com cara de superior. Este ator é Jason Lewis, que é loiro natural e possui o ar de arrogância característico do personagem. Nos quadrinhos, Anjo já namorou muitas mulheres, mas no meu filme ele seria gay e teria um caso com o Colossus. Bom, um cara cujo poder é ter asas de anjo por si só já é meio gay né. Além disso, isso traria mais dramaticidade ao filme, principalmente no final, quando o Dentes de Sabre destroi as asas do Anjo e Colossus, como vingança, quase mata o vilão.



7 - WOLVERINE /  LEE PRIEST

Tudo bem, Lee Priest não é ator, mas o que que tem? No meu filme, Wolverine não vai falar muito mesmo, só vai soltar algumas frases de efeito, rosnar e fazer cara de mau. Pronto. Depois de um Hugh Jackman fazendo um Wolverine de 1,90 e líder da equipe é hora de voltar às origens e trazer um Wolverine coadjuvante, com 1,62 e braços e pernas enormes. Lee Priest é fisiculturista e, com uma peruquinha, ficaria perfeito como o baixinho invocado.

8 - TEMPESTADE / RIHANNA
Não encontrei negra mais linda que Rihanna para interpretar a Deusa do Tempo. Rihanna tem porte, beleza e magníficos olhos verdes. Além disso, seu olhar transmite autoridade, o que é essencial já que Tempestade é a segunda em comando nos X-Men. Como no meu filme o Ciclope deserta, Ororo tem que assumir a liderança por um tempo. Já fico imaginando a Rihanna de cabelos brancos (sem aquela peruca ridícula que a Halle Berry usou em X-Men - O Filme) ao vento, clamando os raios do céu.

9 - COLOSSUS / VICTOR WEBSTER


O monumento de aço, Colossus, só poderia ser interpretado por um monumento de carne, Victor Webster. Com mais de 1,90 e mais de 100 quilos, Webster é perfeito para interpretar o russo metálico. Assim como no universo Ultimate, o Colossus do meu filme será gay e terá um caso com o Anjo. Mas isso não vai impedir Colossus de dar porrada nos inimigos, principalmente no peso-pesado Blob.

Agora é hora dos vilões. Naturalmente, em meu filme os X-Mens enfrentam Magneto e sua Irmandade de Mutantes. Vamos à escalação:

10 - MAGNETO / RICHARD GERE




quinta-feira, 24 de junho de 2010

SOBRE INCONSCIENTES E TARTARUGAS GIGANTES



Coisas estranhas acontecem... E hoje aconteceu uma comigo, bem estranha.

É o seguinte. Sempre guardei comigo uma vaga recordação de um filme que eu assisti na TV e que mostrava um casal sendo atacado por uma tartaruga gigante em um mar cheio de algas. Só isso. Não me lembro em que ano assisti isso e nem se eu tinha assistido mesmo ou se tudo não era apenas fruto da minha (fértil) imaginação.

O fato é que eu sempre tive esta lembrança e sempre me perguntei que filme seria esse. Mas fui atrás pra saber sobre o assunto. Bem, hoje, enquanto navegava na net, me lembrei novamente deste filme e decidi procurar no Google por alguma coisa a respeito. O problema é que eu não sabia como procurar. Decidi colocar assim na caixa de procura: "tartaruga gigante mar de sargaços". O Mar de Sargaços é um mar cheio de algas e muitas coisas desaparecem por lá. Por isso achei que o mar do filme fosse o de Sargaços. Mas não era. Os resultados não me levaram à resposta.

Então decidi colocar acrescentar a palavra "filme" à frase que eu já tinha colocado na caixa de procura (bem óbvio, não?) e voilá! O primeiro endereço que apareceu era de um blog onde o autor contava praticamente a mesma história que estou contando aqui, agora: ele também se recordava de ter visto um filme de uma tartaruga gigante, mas não sabia se era real ou imaginação. A diferença é que ele perguntava para as pessoas se elas tinham visto este filme e todos respondiam que não. O mais interessante é que, assim como eu, ele começou a pesquisar no Google sobre o filme e descobriu (assim como eu) o site de um cara que também estava obcecado em descobrir qual era o filme. Então eu percebi que não estava sozinho nessa paranóia. Já éramos três loucos atrás do mesmo filme: eu, o cara do blog que eu encontrei (www.saindodamatrix.com.br) e o cara do site que o cara do blog encontrou (www.dangerousuniverse.com).

O cara do blog que eu encontrei descobriu que muitas outras pessoas estavam atrás deste mistério, como se este filme que vimos quando éramos garotos tivesse, de alguma forma, nos marcado de tal forma que não conseguimos esquecê-lo. Me senti parte de algo maior. De uma dúvida coletiva, de uma busca coletiva. 

O fato é que descobri que o nome do filme é "The Bermudas Depths", algo como "Nas Profundezas de Bermudas". Ele conta a história de um casal que se separa quando crianças e se reecontram depois de adultos em uma ilha no Triângulo das Bermudas. O rapaz quer descobrir as causas do sofrimento de sua família quando ele era criança e a tartaruga parece ter algo a ver com isso.

Por fim, descobri que o filme, feito por um diretor japonês em 1979, nunca foi lançado em VHS ou DVD, mas está disponível na net para ser baixado. Agora vou conseguir ver que filme é este que me marcou e marcou tantas pessoas. 

Só escrevi esta postagem para dizer que a vida é cheia de surpresas e mistérios e que nosso inconsciente está, de alguma forma, ligado ao insconsciênte de todas as outras pessoas. Quem sabe este filme não tenha alguma mensagem subliminar que afete as pessoas de alguma forma? E talvez a minha imaginação excessivamente fértil possa ter ligação com o fato de eu ter assitido a ele. Quem sabe.

Quando eu assistir o filme (de novo) volto a postar aqui.

Abraços.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

CRÍTICA: ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS

     

    Tim Burton é um homem estranho. Se um psiquiatra fosse analisá-lo por sua obra chegaria à conclusão óbvia de que ele tem algum tipo de transtorno ou problema com a realidade, uma profunda depressão ou uma melancolia severa, frutos, talvez, de algum tipo de trauma de infância ou de um distúrbio mental. Isso porque Burton adora criar mundos sombrios, tristes, deprimentes e quando emprega o colorido, é sempre um colorido doentil, hipnotizador, psicodélico. Seus personagens principais são sempre desajustados, pessoas que se sentem estranhos no mundo em que vivem e que sofrem preconceitos por serem diferentes.

    Sendo assim, nada mais justo que Burton dirigir aquele que até hoje é considerado o maior exemplo de história non-sense da Literatura. Até que demorou muito para isso acontecer. Infelizmente, a expectativa do encontro entre Burton e Caroll foi tão grande e o casamento entre os dois parecia tão perfeito, que o resultado, mesmo que bom, acabou decepcionando.

    Não que o filme seja ruim. Na verdade, ao contrário de outras críticas que li, não foi o roteiro que me incomodou. Eu até o achei interessante e muito bem sacado. O que me incomodou mais foi justamente aquelas que são as marcas registrada de Burton: o visual e o clima.

    Mas, vamos ao roteiro. Burton teve a feliz idéia de não simplesmente contar novamente a história de Alice, a menina que persegue um coelho branco e vai parar num mundo estranho cheio de gente doida. Por mais que a história criada por Lewis Caroll seja interessante e que eu desejasse vê-la literalmente na tela grande, confesso que adorei a sacada da volta de Alice ao mundo que ela achava que fosse apenas um sonho. 

    Burton, por meio dessa idéia, escolheu mudar o estilo da história. Ela deixou de ser non-sense e passou a ter sentido. O diretor aprofundou a personalidade dos personagens, dando a eles outras facetas e novos sentimentos. Se antes eles eram apenas loucos, agora eles são loucos mas se importam com alguma coisa além deles mesmos. 

    Neste sentido, é importante perceber a dinâmica de personagens que no livro não se encontravam e que agora precisam trabalhar juntos para derrotar a tirana Rainha Vermelha, que dominou o País das Maravilhas, usurpando o trono de sua irmã Mirana, a Rainha Branca. Há uma espécie de resistência, de rebeldia, com direito até a frase secreta para que os rebeldes possam se reconhecer. 



    O Chapeleiro Maluco, de Depp, parece ser o líder dessa força rebelde e, com a ajuda do Gato de Cheshire, do Coelho Branco, da Lebre de Março, do Dodô, da Lagarta Azul, do Arganaz e dos gêmeos Twendle-dee e Twendle-doo, luta contra a perigosa e complexada Rainha Vermelha, de Bonham Carter, que na verdade é uma mistura da Rainha de Copas do primeiro livro com a Rainha Vermelha do segundo, "Alice através do espelho".

    Para a Resistência, Alice é a escolhida, a única que pode empunhar a tal Espada Vorpal e derrotar o terrível Jaguadarte, a arma secreta da Rainha Vermelha. Claro que Alice não quer esta responsabilidade para ela, já que ela pensa que tudo aquilo é apenas um sonho, como da outra vez em que esteve ali. 

    Aos poucos, porém, como exige a história, Alice vai se dando conta de que tudo aquilo é real e de que ela precisa assumir seu papel de campeã, liderando os exércitos da Rainha Branca para a inevitável guerra contra a irmã desta, a Rainha Vermelha. Simples assim. É a velha história do escolhido que não aceita a missão que tem mas que aos poucos, com a ajuda dos amigos vai entendendo que não tem outra saída a não ser aceitar que ele é e cumprir o seu destino. 

    O problema, para mim, não foi a história, por mais manjada que ela seja. O problema, como já disse, é o visual. Ficou tudo muito escuro, muito sombrio. Eu sei que é um filme de Tim Burton, mas os cartazes e fotos liberados antes da estréia mostravam paisagens mais bonitas e iluminadas. Dá uma sensação de clautrofobia diante de tantos ambientes escuros. Até mesmo o Castelo de Mármore da Rainha Branca é envolto em escuridão. O sol nunca brilha no País das Maravilhas. 

    Outra coisa que incomoda é o visual de Johnny Depp. Aquela maquiagem branca deixou ele muito caricato, muito palhaço. Acho que poderiam ter deixado a cor da pele dele natural. Dava para ver os cílios dele pintados de rímel branco. Muito estranho. Além disso, sua atuação não foi tão boa quanto geralmente é. Não parecia que ele estava fazendo aquilo com amor. Mas, verdade seja dita, deve ser difícil se entregar totalmente quando se está atuando diante de uma tela verde.

    Os efeitos especiais são bons, mas não ótimos. Os personagens digitais cumprem bem sua função, com excessão do Jaguadarte, que ficou muito escuro e mal detalhado. Destaque para Absolem, a Lagarta Azul e para o ótimo Gato de Cheshire, de longe os melhores personagens entre os digitais. 

    Mas quem roubou mesmo a cena foi a esposa do diretor, a sempre ótima Helena Bonham Carter. Entregando-se totalmente ao papel, como é de costume, Helena dá um show na pele da rainha que tem complexo devido ao tamanho de sua cabeça. Apenas com seus olhares, Helena consegue revelar a insegurança da Rainha, insegurança esta que é a causa de sua tirania. 

    Já a coitada da Mia Wasikowska, no papel da jovem Alice, não teve muito o que fazer, se limitando a usar a mesma expressão praticamente o filme todo. Prefiro a atuação da menininha que fez a Alice pequena nos flashbacks de sua primeira visita ao País das Maravilhas, que aliás foram uma grata surpresa quase no final.



   Enfim, "Alice no País das Maravilhas" é um filme bom e divertido, mas poderia ser bem melhor se tivesse um pouco mais de luz e energia. Burton é capaz de muito mais.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

O SOMBRIO E FANTÁSTICO MUNDO DE TIM BURTON

Hoje estréia (finalmente) nos cinemas brasileiros o tão esperando "Alice no País das Maravilhas" de Tim Burton. Vou assistí-lo no sábado e domingo posto a crítica, mas, por enquanto, vou fazer uma recapitulação da carreira deste que eu considero um dos melhores diretores da atualidade.

Sou fã de Tim Burton e, inclusive, já postei um artigo falando sobre ele, aqui no blog. Mas agora vou elencar aqueles que considero seus mais importantes filmes. Na verdade, vocês vão perceber que coloquei quase todos os filmes dele, já que é difícil excluir algum desta lista.

Os filmes estão em ordem de lançamento e não de preferência:

1 - FRANKENWEENIE (1984)
Este filme, sobre um cachorro atropelado que é ressuscitado pelo dono, causou a demissão de Burton da Disney. Dá pra entender o porquê não é? O filme é macabro demais para os padrões familiares da empresa de Orlando. Aqui começou a obcessão de Burton pelo sombrio e gótico.



2 - BEETLEJUICE (1988)


Mais conhecido aqui no Brasil como "Os Fantasmas se divertem", este filme é realmente muito divertido e é um dos meus preferidos. Aqui começou a parceria entre Burton e o compositor Danny Elfman, que o acompanha até hoje, criando trilhas tão macabras quanto os filmes que Tim realiza. Foi com esse filme que Burton se destacou e se tornou um diretor conceituado.



3 - BATMAN (1989)


Hoje em dia pouca gente reconhece, mas este filme foi um divisor de águas para o cinema baseado em HQs. Até então, com excessão dos dois primeiros filmes do Superman, todos os filmes baseados em quadrinhos eram péssimos. Burton conseguiu com este Batman, dar um novo fôlego para esse gênero que já estava quase enterrado. O estilo gótico do cineasta casou perfeitamente com o estilo sombrio do Homem-Morcego. Burton criou uma Gotham City assustadora e de quebra nos deu um Coringa inesquecível, interpretado por Jack Nicholson, que por este filme levou nada menos que vinte e cinco milhões de dólares.


4 - EDWARD MÃOS DE TESOURA (1990)


Considero este filme a obra prima de Burton. É um dos poucos dele feito com roteiro original, apesar de claramente ser baseado em Frankenstain. É também o começo da parceria de Burton com Jhonny Depp, que até então era praticamente desconhecido e a partir deste filme se tornou um astro. Para mim este filme é uma fábula belíssima e o final é arrasador.



5 - BATMAN - O RETORNO (1992)


Depois do sucesso de Batman - O Filme, é claro que a Warner quis que Burton voltasse para Gotham City. E ele voltou em grande estilo! Considero este filme melhor que o primeiro, que já era ótimo. A caracterização de Danny DeVitto como o Pingüim é espetacular e a Mulher-Gato de Michelle Pfeifer é a melhor até hoje. Além disso, temos o sempre maravilhoso Christopher Walken, como o verdadeiro vilão do filme. Que Cavaleiro das Trevas que nada, para mim os melhores filmes do Batman foram os de Tim Burton!



6 - O ESTRANHO MUNDO DE JACK (1993)


Outro clássico de Tim Burton que virou também um clássico natalino. Feito em stpo-motion, o filme conta a história de Jack, morador da Cidade do Haloween que decide dar uma de Papai Noel e acaba transformando o Natal em uma data aterrorizante! Muito legal.



7 - ED WOOD (1994)


Burton é mesmo surpreendente. Quem esperava que fosse fazer um filme baseado na vida daquele que é considerado o pior diretor de todos os tempos! Pois é, ele fez. O filme foi um fracasso de público, mas fez muito sucesso entre os críticos. Ed Wood, o diretor que se atreveu a filmar o trash "Plano 9 do Espaço Sideral", foi interpretado magistralmente por Jhonny Depp, em sua segunda contribuição com Burton. 



8 - MARTE ATACA! (1996)


Esse é um dos meus preferidos. Absolutamente divertido e nonsense, nesse filme Burton conseguiu reunir um elenco de peso, com grandes atores fazendo apenas pontas. Jack Nicholson e Glen Cloose, por exemplo, morrem no meio do filme! Os ets com cérebro à mostra são impagáveis e a cena e que eles chegam na Terra e matam a pomba da paz com sua arma desintegradora é memorável.



9 - A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA (1999)


Incursão de Burton pelo terror e terceira contribuição de Depp. Talvez seja o filme mais sombrio e mais violento do diretor com cenas de cabeças sendo decapitadas e muito sangue jorrando. Burton conseguiu criar um clima absolutamente desesperador e claustrofóbico, além de conseguir, pela primeira vez, fazer a Cristina Ricci ficar bonita. 



10 - PLANETA DOS MACACOS (2001)


Essa refilmagem, infelizmente, não fez muito sucesso, mas ninguém pode negar que mais uma vez Burton arrasou no visual. A Cidade dos Macacos é demais e a maquiagem, incrível. Primeira contribuição daquela que se tornaria a esposa do diretor, Helena Bohan Carter, no papel de uma chimpanzé ativista que luta pelo direito dos humanos. Show!



11 - PEIXE GRANDE E SUAS HISTÓRIAS MARAVILHOSAS (2003)


Um dos raros filmes em que Burton trabalha em cima de um roteiro original. É a história de um homem que, à beira da morte, conta a história de sua vida ao filho, tomando o cuidado de transformar fatos comuns em acontecimentos fantásticos. Este filme possui cenas lindas e uma direção de arte esplêndida. A cena do carro no fundo do rio chega a ser lírica. Helena Bohan Carter contribui pela segunda vez em dois papéis, de uma bruxa e de uma bela loira.



12 - A NOIVA CADÁVER (2005)


Nova incursão de Burton pela técnica do stop-motion e quarta contribuição de Jhonny Depp, fazendo a voz do protagonista. A esposa do diretor, Bohan Carter faz sua terceira parceria com o marido, na voz da noiva do título. Bem macabro, sombrio e com um humor negro maior do que o normal. Muito legal.



13 - A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE (2005)


Refilmagem do clássico dos anos 60, Burton conseguiu ser ainda mais fiel ao livro do que o filme original. Mostrou até mesmo o país dos Oompa Loompas. Jhonny Depp, em sua quinta parceria com o diretor, criou um Willye Wonka doentio e sádico, que adora ver as criancinhas se darem mal dentro de sua fábrica. Com um visual arrebatador e canções encantadoras, o filme fez muito sucesso. Helena Bohan Carter contribui pela quarta vez no papel da mãe de Charlie.


14 - SWEENEY TODD - O BARBEIRO DEMONÍACO DA RUA FLEET (2007)


Primeira incursão de Burton no mundo dos musicais. E como era de se esperar, ele cria um musical bem sangrento. O filme conta a história de um barbeiro (Depp, em sua sexta contribuição) que mata seus clientes com a navalha e os joga no porão, onde sua amante (Bohan Carter, em sua  quinta contribuição) já espera para fazer uma "deliciosa" torta de carne humana para servir em seu restaurante. Mais trash impossível.



15 - ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS (2010)


Último filme de Burton, é uma espécie de seqüência do clássico de Lewis Caroll. Neste filme, Alice, agora com 19 anos, volta para o País das Maravilhas e reencontra todos os personagens malucos que vivem por lá. Com a ajuda do Chapeleiro Maluco (sétima parceria com Jhonny Depp), Alice vai ter que enfrentar a cruel e louca Rainha Vermelha (sexta contrbuição de Bohan Carter), que quer dominar o País das Maravilhas.



Aguardem a crítica do filme "Alice no País das Maravilhas e uma resenha sobre o livro de Lewis Caroll que inspirou o filme.